ISVOUGA abre o ano com a celebração do 25º aniversário e com profissão de fé num futuro que continuará a trilhar o caminho da qualidade no ensino ISVOUGA abre o ano com a celebração do 25º aniversário e com profissão de fé num futuro que continuará a trilhar o caminho da qualidade no ensino D. R.

Santa Maria da Feira, 1 de Outubro de 2015 

Por Redacção

ISVOUGA: Um quarto de século a “impulsionar o desenvolvimento”

O ISVOUGA (Instituto Superior do Entre Douro e Vouga) comemorou no passado domingo o seu 25º aniversário, numa sessão que também serviu para abrir o ano lectivo com as “boas-vindas” aos novos alunos e para entregar os “Prémios de Mérito” aos alunos e diplomados que se distinguiram nos últimos anos lectivos.

Teresa Leão, a directora da instituição de Santa Maria da Feira, realçou que o quarto de século de vida era comemorado num momento particularmente feliz: “Aumentámos consideravelmente os estudantes que entram no primeiro ano e recebemos autorização para leccionar a Licenciatura em Solicitadoria pelo prazo máximo permitido.

Evocou o 27 de Setembro de 1990 para vincar que, desde a primeira hora, o objectivo estratégico foi o de “impulsionar o desenvolvimento” do Entre Douro e Vouga.

Precisou que o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no ISVOUGA assenta no primado da criação de competências nos estudantes, de forma a que estes possam “potenciar” o seu futuro, nomeadamente no seio das empresas da região.

Louvando os alunos e diplomados que seriam distinguidos, Teresa Leão vincou que o acolhimento aos novos alunos também passava por lhes incutir essa “referência” de sucesso académico.

A directora ainda abordou um assunto que voltou à ribalta pelas piores razões – a praxe. Logo sublinhou que o Instituto tem registo “imaculado” nesse domínio, que o mesmo é dizer uma prática de integração dos novos pela sã camaradagem com os que já frequentam aquela “casa do saber”.

 

“Um lugar próprio”

Coube a Eugénio dos Santos, presidente do conselho de fundadores, ensaiar registo histórico e emocional sobre uma entidade que atingiu anos de vida compatíveis com o período de uma geração.

A ideia foi construir algo relativamente ao qual as pessoas sentissem que tinham um lugar próprio”, recordou, sobre os primórdios. Com nota de que, “pouco a pouco”, o estabelecimento de ensino universitário “foi-se impondo”.

Não escondeu que o início de vida do Instituto Superior do Entre Douro e Vouga assentou em bases algo frágeis e, por isso, prestou homenagem a Adalberto Dias de Carvalho, o primeiro director, que marcou presença no 25º aniversário.

Eugénio dos Santos estendeu os agradecimentos a todos os agentes que ampararam a caminhada da instituição: dirigentes, funcionários e entidades que sempre a apoiaram.

O presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira reafirmou a sua visão optimista quanto ao futuro do País.

Certo de que a economia portuguesa tem condições para ombrear com as mais competitivas, Emídio Sousa exortou os estudantes a darem o melhor de si próprios na luta por um lugar ao sol nos cada vez mais concorrenciais mundos do trabalho. “O nosso melhor recurso são as pessoas”, vincou o autarca.