Manter a ofensiva comunicativa nos mercados internacionais e incrementar a qualidade da rolha entre os objectivos estratégicos para o mandato 2015-2017 Manter a ofensiva comunicativa nos mercados internacionais e incrementar a qualidade da rolha entre os objectivos estratégicos para o mandato 2015-2017 D. R.

Economia, 9 de Abril de 2015 

Por Redacção

João Rui Ferreira mantém-se na liderança da Apcor

João Rui Ferreira, em representação da empresa “Waldemar Fernandes da Silva, S.A.”, mantém-se como presidente da Apcor – a Associação Portuguesa da Cortiça – para  o triénio 2015-2017.

José Manuel Ferreira Rios, da “Amorim & Irmãos, S.A.”, é o presidente da assembleia-geral, e Eduardo Sousa, em representação da “Granorte, Revestimentos Cortiça, Lda.”, é o líder do conselho fiscal.

Sinto a mesma motivação de há três anos, com uma consciência mais clara e ainda maior daquilo que temos pela frente e dos desafios que teremos de enfrentar”, disse o presidente reeleito, na tomada de posse.

O mercado, o montado, as empresas e o movimento associativo foram elencados pelo líder directivo como os “quatro pilares fundamentais” que serão alvo da sua acção no mandato.

Iremos certamente dar continuidade ao extraordinário trabalho de comunicação que tem vindo a ser feito, capitalizando e reforçando a preferência dos consumidores em diferentes regiões do mundo e nos diferentes mercados, sejam eles o mundo vinícola, a área da construção e decoração ou o design”, vincou.

O presidente da Apcor prometeu, ainda, manter a luta “por ter em Portugal e em todo o mundo suberícola mais e melhor cortiça – um montado mais produtivo”, bem assim como “potenciar a investigação e transferência de conhecimento”.

Quanto ao desenvolvimento empresarial, o dirigente reconheceu o papel primacial da rolha de cortiça.

Em particular no subsector das rolhas, que representa cerca de 70 por cento das nossas exportações e que envolve a maioria das nossas empresas, nomeadamente as de menor dimensão, o esforço em curso, e a ser continuado, deve manter o foco na performance e fiabilidade do produto, dando resposta à liderança mundial inequívoca que mantêm”, afirmou.

Acrescentou ser essencial “continuar a inovar ao nível dos materiais de construção e decoração” e perspectivou “uma procura de novas aplicações de maior valor acrescentado”, que venha aumentar “a valorização do mix de produtos e, por consequência, o VAB [valor acrescentado bruto] do sector”.

João Rui Ferreira ainda garantiu que vai concretizar as prioridades da Associação Portuguesa da Cortiça em estreita ligação com o Centro Tecnológico da Cortiça (Ctcor) e o Centro de Formação Profissional da Indústria da Cortiça (Cincork).