Comemorando o Dia Mundial da Poesia e recebendo a Primavera, a 12ª edição do Poesia à Mesa presta homenagem aos poetas Ana Paula Tavares, Ary dos Santos, Inês Pupo, Jorge Sousa Braga, Luíza Neto Jorge e Vasco Gato Comemorando o Dia Mundial da Poesia e recebendo a Primavera, a 12ª edição do Poesia à Mesa presta homenagem aos poetas Ana Paula Tavares, Ary dos Santos, Inês Pupo, Jorge Sousa Braga, Luíza Neto Jorge e Vasco Gato D. R.

S. João da Madeira, 21 de Março de 2014 

Por Alberto Oliveira e Silva

“Mesa farta” de poesia para receber a Primavera

A tradicional Peregrinação Poética do “Poesia à Mesa’2014” tem início marcado para as 21.30 horas desta sexta-feira. Decorrerá na zona pedonal de S. João da Madeira e contará com as interpretações do conhecido actor Pêpê Rapazote e dos poetas José Fanha – presença habitual e carismática -, Inês Pupo e Ana Paula Tavares.

Assinale-se que também vão participar oito grupos sanjoanenses – associações e escolas -, envolvendo cerca de uma centena de pessoas.

Comemorando o Dia Mundial da Poesia e recebendo a Primavera, a 12ª edição do Poesia à Mesa presta homenagem aos poetas Ana Paula Tavares, Ary dos Santos, Inês Pupo, Jorge Sousa Braga, Luíza Neto Jorge e Vasco Gato.

O prelúdio do evento já decorre nas escolas da cidade, com oficinas de poesia e terá momentos especiais até ao dia 28 deste mês, quando serão entregues os prémios do concurso Poesia na Corda.

A actriz Ana Zanatti será a estrela convidada para o Serão Poético do dia 22. A partir das 21.45 horas, na biblioteca municipal (BM), contará com a companhia de José Fanha, do actor Pedro Lamares e do saxofonista José Menezes.

Os poetas sanjoanenses terão a sua Tertúlia Poética no dia 18, a partir das 18.00, também na BM. O dia 20 está reservado para “adVERSUS”, um “espectáculo poético de largo espectro”. Dirigido a jovens a partir dos 15 anos, subirá ao palco dos Paços da Cultura, entre as 10.30 e as 14.30 horas.

É um projecto que ganhou vida própria”, sublinhou Ricardo Figueiredo. O presidente da Câmara acentuou o carácter “emocional” de um vento que sempre quer “levar a poesia às pessoas”.

O autarca salientou que é “à volta da mesa” que as famílias e os amigos se juntam e destacou o Poesia à Mesa como um factor de “democratização da cultura”.

Ricardo Figueiredo considerou que, com este acontecimento, “S. João da Madeira tem-se afirmado no plano cultural”.

Embora não concretizando o valor do orçamento, ainda vincou que este é um exemplo de que se pode fazer algo de relevante com pouco dinheiro.

Já é uma exigência da cidade; é algo visto como natural”, complementou Rui Costa, chefe de gabinete e ex-vereador responsável pela área cultural.

De 17 a 22, e como é habitual, a poesia visitará restaurantes pela cidade. E a aposta na “Poesia nas Fábricas” será repetida. Susana Menezes, da cultura camarária, vincou que, no ano passado, foi possível constatar “alegria” nas idas aos locais de trabalho. Serão visitadas quatro unidades fabris (Viarco, FEPSA, Heliotextil e Helsar) e a Academia do Design do Centro de Formação Profissional da Indústria do Calçado.