Fórum instalado na Oliva Creative Factory apresenta projectos e debate caminhos, rumo à construção de redes europeias Fórum instalado na Oliva Creative Factory apresenta projectos e debate caminhos, rumo à construção de redes europeias D. R.

Economia, 13 de Fevereiro de 2014 

Por Alberto Oliveira e Silva

Incubadoras criativas reunidas em S. João da Madeira

A Oliva Creative Factory, em S. João da Madeira está a ser palco do “1º Fórum Internacional de Incubadoras Criativas”, que reúne, até esta sexta-feira, meia centena de representantes de incubadoras e de negócios criativos de Portugal, Espanha, Reino Unido, Grécia, Bulgária, Itália, Polónia e Alemanha.

O objectivo é “debater o contexto de desenvolvimento de negócios nas indústrias culturais e criativas e a melhor forma destes negócios responderem às necessidades de produção e consumo do sector criativo”.

Os participantes trocam informações, percepções e ideias sobre os respectivos projectos, visando a resposta a perguntas como “Quais os serviços de apoio mais adequados aos negócios criativos?”, “Como apoiar as empresas incubadas no acesso aos mercados internacionais?”, “Quais são os modelos organizativos e de negócios mais adequados?” e “Como desenvolver laços e redes de colaboração internacionais?”.

Esta organização resulta de uma parceria entre o município de S. João da Madeira, através da Creative Factory, a ADDICT (agência para o desenvolvimento de indústrias criativas) e o British Council.

É extremamente importante que estas áreas sejam articuladas”, sublinhou Ricardo Figueiredo, na sessão de abertura do fórum.

O presidente da Câmara de S. João da Madeira referia-se à desejável criação de redes de indústrias criativas, no país e na Europa, e à sua interligação às indústrias mais tradicionais – como o calçado, no caso da “cidade do trabalho” – e às indústrias de base tecnológica.

Cristina Farinha, directora-geral da ADDICT, acentuou a necessidade de se “acelerar processos” no que diz respeito à troca de conhecimentos entre as incubadoras de indústrias criativas, de forma a que sejam abertos “diálogos” com cada vez mais espaços deste tipo, em Portugal e pela Europa.