Gestora do PRODER, Gabriela Ventura, considera os programas comunitários “factores de desenvolvimento económico e social” Gestora do PRODER, Gabriela Ventura, considera os programas comunitários “factores de desenvolvimento económico e social” EDVI

Economia, 23 de Dezembro de 2011 

Por Redacção/EDVI

“Os programas comunitários existem para apoiar quem quer investir”

O “impulso governamental” na dinamização das zonas rurais “é essencial para ajudar a combater a actual crise”, defendeu a gestora do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER), Gabriela Ventura.

Em declarações à EDV Informação, a mesma responsável deu como exemplo a implementação do “subprograma 3” (dinamização das zonas rurais) do PRODER, com “resultados relevante no território de Terras de Santa Maria”.

Os programas comunitários existem para apoiar quem quer investir e para chegar à economia real. São factores de desenvolvimento económico e social, sobretudo numa época em que a conjuntura é difícil”, disse.

Gabriela Ventura participou terça-feira na cerimónia de entrega de contratos de financiamento enquadrados no PRODER, que decorreu em Loureiro (Oliveira de Azeméis).

O segundo concurso do “subprograma 3” – lançado pela Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Terras de Santa Maria (ADRITEM) – aprovou pedidos de apoio de cerca de cinco milhões de euros de investimento – 3,3 milhões de despesa pública –, criando 42 postos de trabalho.

O facto de a gestão destas linhas de financiamento estar descentralizada nas associações de desenvolvimento local permite uma maior proximidade às necessidades do território, possibilitando – com mais rigor – atribuir o financiamento aos projectos que efectivamente correspondam às carências”, sublinhou.

A provar tudo isso são os resultados da iniciativa na área de intervenção da ADRITEM que têm sido muito satisfatórios”, acrescentou.

O PRODER é um instrumento estratégico e financeiro de apoio ao desenvolvimento rural do continente, para o período 2007-2013.

O programa – aprovado pela Comissão Europeia – visa “aumentar a competitividade dos sectores agrícola e florestal; promover a sustentabilidade dos espaços rurais e dos recursos naturais; e revitalizar económica e socialmente as zonas rurais”.