Sylviane Rigolet (comissária do encontro) e Carlos Coelho (presidente da Junta de S. João da Madeira) Sylviane Rigolet (comissária do encontro) e Carlos Coelho (presidente da Junta de S. João da Madeira) EDVI

Oliveira de Azeméis, 18 de Outubro de 2011 

Por Redacção/EDVI

O 4º Encontro Nacional de Ilustração de S. João da Madeira, que tem o seu ponto alto entre quarta-feira e sábado, assume-se como “uma referência no género em Portugal”, afirmou o presidente da Junta local, Carlos Coelho.

Em declarações à EDV Informação, o autarca disse que “o importante agora é dar continuidade a um projecto que tem crescido ano após ano”.

A adesão de professores e estudantes, bem como de numerosos profissionais ligados à arte e ao design, além de outros interessados na ilustração, são sinal inequívoco de que este evento conquistou já um grande reconhecimento público, assumindo-se como uma referência no género em Portugal”, sublinhou.

O encontro – organizado pela Junta de Freguesia - tem como tema este ano o chapéu, em homenagem a uma das grandes referências da história industrial local: a chapelaria.

Segundo Carlos Coelho, as três edições anteriores registaram “um total de mais de 7.000 participantes, que se renderam à qualidade das obras apresentadas, patentes em três exposições, que depois assumiram um carácter itinerante, chegando a muitas outras localidades”.

Na primeira edição do encontro, em 2008, participaram 35 turmas e 800 participantes. Este ano as inscrições chegam já às 154 turmas e 3.300 participantes.

Os números falam por si”, frisou o presidente da Junta de Freguesia.

O programa da edição 2011 inclui actividades nos Paços da Cultura, Museu da Chapelaria, Centro Empresarial e Tecnológico e estabelecimentos de ensino e formação da cidade.

A iniciativa tem vindo a crescer no sentido da expressão, mas também de profundidade”, referiu a comissária do Encontro Nacional de Ilustração, Sylviane Rigolet, salientando que este ano estão reunidos “43 ilustradores, o maior número de sempre”. 

Sylviane Rigolet destacou ainda a abertura do certame ao exterior – este ano pela primeira vez com a representação de um País estrangeiro (cinco artistas suíços) – e a possibilidade da iniciativa lançar novos valores. “O encontro tem dado visibilidade a jovens artistas“, acrescentou.

Ateliês, conferências, debates, feiras do livro, animação, espectáculos e visitas de estudo, são algumas das actividades previstas no programa.