O presidente da autarquia, José Artur Neves, e a ministra Assunção Cristas O presidente da autarquia, José Artur Neves, e a ministra Assunção Cristas EDVI

Arouca, 23 de Setembro de 2011 

Por Redacção/EDVI

Feira das Colheitas mostra potencialidades de Arouca

A Feira das Colheitas, que decorre até domingo, “continua em crescendo” apostando no modelo tradicional, “mas sempre com novidades na sua programação”, afirmou o presidente da autarquia, José Artur Neves.

Olhar para a evolução da Feira das Colheitas, desde a sua fundação, em 1944, até hoje, é olhar para a evolução de Arouca”, disse o autarca.

Arouca demonstra, assim, hoje, como há cerca de 70 anos, que é possível ultrapassarmos os períodos de crise. A Feira das Colheitas é disso a prova mais viva que podemos dar. A de um povo que se orgulha do seu passado, das suas tradições, dos seus usos e costumes, da sua agricultura, da sua raça Arouquesa, da sua gastronomia e doçaria”, frisou José Artur Neves.

Exposições, feiras, música, gastronomia, etnografia e folclore integram o cartaz da 67ª edição das “Colheitas”, numa organização da autarquia local.

A Feira das Colheitas foi realizada pela primeira vez em 1944, mantendo-se com idênticas características ao longo de algumas décadas, durante as quais a população continuou essencialmente “amarrada” à agricultura.

A partir da década de 60, o evento entrou em declínio, já que o sector agrícola acabou por ser progressivamente entregue aos “braços mais cansados” – com o advento da guerra nas ex-colónias e a emigração em massa para França e outros países europeus, com o desenvolvimento da indústria, do comércio e dos serviços.

A iniciativa volta nos nossos dias a ter um papel preponderante para a promoção do município, tendo diversificado as actividades e conseguido, desta forma, voltar a atrair visitantes de todo o País.