Da esquerda para a direita: Emídio Sousa (vereador da Câmara de Santa Maria da Feira), Hermínio Loureiro (presidente da Associação de Municípios das Terras de Santa Maria), António Fernandes (presidente do Conselho de Administração da Municípia) e Rui Costa (vereador da Câmara de S. João da Madeira) Da esquerda para a direita: Emídio Sousa (vereador da Câmara de Santa Maria da Feira), Hermínio Loureiro (presidente da Associação de Municípios das Terras de Santa Maria), António Fernandes (presidente do Conselho de Administração da Municípia) e Rui Costa (vereador da Câmara de S. João da Madeira) EDVI

Região, 28 de Fevereiro de 2011 

Por Fernando Pinho/EDVI

Projecto inovador quer optimizar área da Protecção Civil no Entre Douro e Vouga

A Protecção Civil é “uma área crucial” na sociedade e o seu planeamento deve ser encarado como prioridade em qualquer concelho do País, defendeu hoje o presidente da Associação de Municípios das Terras de Santa Maria (AMTSM), Hermínio Loureiro.

A Protecção Civil é uma área à qual se tem dado cada vez mais relevância e, por isso, importa ter planos, prevenir e sensibilizar para optimizarmos os mecanismos”, disse à EDV Informação.

Hermínio Loureiro falava hoje no final da assinatura do contrato entre a AMTSM e a Municípia – empresa especializada em cartografia e sistemas de informação -, tendo em vista a execução de um projecto que irá rever nos próximos seis meses os planos de emergência de Protecção Civil dos municípios do Entre Douro e Vouga. Após este período, será promovido um conjunto de acções de divulgação e sensibilização junto de diferentes instituições, como escolas, juntas de freguesias ou bombeiros.

Estão reunidas todas as condições para que os cinco municípios (Arouca, Oliveira de Azeméis, S. João da Madeira, Santa Maria da Feira e Vale de Cambra) mostrem que estão bem preparados”, referiu, acrescentando que “este projecto é fundamental, sendo conduzido por uma empresa com experiência na matéria, em parceria com o departamento de Geografia da Universidade do Porto”.

O projecto – orçado em cerca de 93 mil euros, verba comparticipada em 80 por cento por fundos comunitários – será desenvolvido nos próximos 13 meses.

O trabalho permitirá antecipar “os cenários susceptíveis de desencadear um acidente grave ou catástrofe, definindo, de modo inequívoco, a estrutura organizacional e os procedimentos para a preparação e aumento da capacidade de resposta à emergência”.

A iniciativa, a desenvolver em duas fases – revisão dos planos de emergência e acções de divulgação e sensibilização -, é de extrema importância face às questões da Protecção Civil para a população”, afirmou o gestor do projecto, Nelson Mileu.

Estamos a falar de um projecto inovador promovido em boa hora pela AMTSM e, neste moldes, pioneiro no País”, sublinhou.

A empresa, que vai coordenar os trabalhos, tem actualmente em mãos a elaboração do Plano de Emergência Municipal do Funchal (ilha da Madeira).